Para Mônica, de sua professora

* Eliane Levy de Souza




Para minha amiga Mônica Mandredini,


Eu sei, estava tudo muito triste, muito esquisito. Como imaginar você em isolamento total?


De repente, o mundo ficou pequeno, restrito demais para você. Tirou-lhe o fôlego. Como conter o coração (ah, só podia ser ele)?


Como sufocar o riso que subvertia a estranha ordem estabelecida? Que rompia pelos sisudos corredores das corporações e nos redimia dos protocolos – quase sempre inúteis?


Eu percebi – e sempre admirei – sua enorme inteligência emocional. A voz firme, a escuta atenta, a atitude positiva, a obediência com irreverência, a verdadeira empatia. Estava tudo ali.


Mônica Manfredini, a comunicação em pessoa.


Obrigada pela cumplicidade leve e generosa, essencial a um grupo de trabalho singular, que, compartilhando um tempo de aprendizado, fez amigos para sempre.


Nesta noite em que tudo emudeceu, apenas seu riso ecoa – agora, em outro tempo e lugar. Então, rompendo o silêncio e o isolamento, abro a janela, olho para o céu e lanço uma salva de palmas para minha amiga Mônica Manfredini.



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* Eliane Levy de Souza foi professora de Monica Manfredini na UERJ. Voltaram a trabalhar na agência de comunicação Casa do Cliente, hoje Nós da Comunicação. Em 2005, recebeu da Casa do Cliente o convite para editar o Jornal da Vale, contando com Monica para todo o trabalho de produção executiva, coordenação dos colaboradores de todo o país, além de matérias sempre bem-humoradas.



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